Traqueostomia: 10 perguntas frequentes
sobre o tema e a quais modos ventilatórios
ela está a associada

Conheça mais a fundo essa técnica.

Na medicina, diversos procedimentos, recursos e alternativas foram surgindo com o tempo. Todos eles têm o mesmo propósito: salvar vidas. E no caso da traqueostomia não é diferente.

Hoje você vai entender um pouco mais sobre essa técnica, lendo algumas das perguntas mais frequentes sobre o tema, com referência no blog da CPAPs. E, além disso, vai conhecer um pouco mais sobre os métodos ventilatórios aos quais ela está diretamente ligada. Tenha uma ótima leitura!

Na prática, a traqueostomia se trata de um procedimento cirúrgico. Nele, é feita uma abertura na parede da traqueia, que é mantida aberta através de um tubo, de metal ou de plástico, chamado de cânula.

traqueostomia é realizada com o objetivo de complementar certos tipos de procedimentos cirúrgicos. Além disso, ela também é usada para manter a respiração do paciente estável, visando o mínimo comprometimento do seu conforto ao longo de internações e tratamentos.

A principal finalidade dessa técnica é promover acesso direto às vias aéreas dos pacientes, com a finalidade de manter a musculatura respiratória funcionando. Ela é ainda mais importante em urgências, onde o paciente possui um acúmulo de secreção.

Esse período pode variar a partir de diversas condições do próprio paciente. Se seu quadro for reversível, o uso da traqueo será temporário. Mas, em alguns casos, o seu uso pode se tornar definitivo.

Quando o paciente é capaz de voltar a respirar saudavelmente a traqueostomia pode ser retirada. Quando necessária a realização da decanulação, o tempo de recuperação pode variar entre 5 e 30 dias.

É fundamental possuir uma rotina de cuidados rigorosos com a traqueostomia, de modo a evitar problemas grandes, como infecção dos pulmões e asfixia. Portanto, é preciso retirar a cânula interna para manter sua higienização sempre em dia. Também é necessário trocar a gase que fica ao redor da traqueostomia e limpar a pele do pescoço antes de colocar uma nova.

Para evitar a obstrução da cânula é utilizado um aspirador de secreções. Esse procedimento é necessário e de extrema importância. Isso porque o acúmulo de secreções pode prejudicar a chegada do ar nos pulmões. Nos casos onde não há um aspirador disponível, o paciente precisa inalar ou receber 2ml de soro fisiológico na cânula externa.

Desse modo, a secreção é expelida através da tosse, ajudando na limpeza.

Essa resposta também pode variar a partir das condições de cada paciente. No entanto, como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos como sangramentos e infecções. Alguns riscos específicos deste procedimento são:

  • obstrução da cânula por alguma secreção;
  • lesão do esôfago;
  • edema na região;
  • problemas ao deglutir alimentos ou na cicatrização.

Por ser um procedimento um tanto delicado, o paciente recebe uma anestesia geral para receber a traqueo. Sendo assim, o cirurgião higieniza a região que receberá o corte, de modo a expor os anéis de cartilagem. Em seguida, um segundo corte é realizado entre dois anéis, onde será inserida a cânula.

Nele, a frequência respiratória e o volume corrente são contínuos e definidos previamente. Ele é comumente utilizado em pacientes que não têm capacidade de exercer o mínimo ou nenhum esforço respiratório. Este modo ventilatório está indicado para pacientes que não conseguem exercer o mínimo ou nenhum esforço respiratório.

Aqui, funciona um mecanismo misto de disparo, de fase inspiratória por tempo ou por pressão. Nele, a pressão é ativada através da inspiração do paciente, que ocorre de forma assistida. Em seguida, o tempo de disparo acontece pelo aparelho, de forma controlada. Desse modo, esse tipo de ventilação garante que haja uma frequência mínima.

Ele conta com o ajuste de sensibilidade, que promove o controle do nível de esforço inspiratório, que ativa a fase inspiratória. É utilizado quando há drive respiratório, mas os músculos respiratórios.

Indicado apenas para quando há drive respiratório do paciente, ele é um modo de ventilação espontânea. Ou seja, o disparo é feito pelo próprio paciente e o ventilador assiste à ventilação através da manutenção da pressão positiva pré-estabelecida.

Nesse modo, a ventilação ocorre espontaneamente pelo paciente. No entanto, existe uma pressurização contínua na inspiração e na expiração. Desse modo, o volume corrente depende do esforço inspiratório do paciente e de sua mecânica respiratória.

Sendo assim, conclui-se que a traqueostomia e seus modos ventilatórios acontecem a partir do que é mais indicado para o caso de cada paciente. Além disso, outros fatores podem interferir, como os equipamentos disponíveis e, principalmente a experiência da equipe responsável.

Por se tratar de um procedimento delicado e minucioso, o ideal é contar com equipamentos de alto nível, que ajudem a garantir a saúde, proteção e respiração aos pacientes.

A GVS conta com filtros específicos para a aplicação em traqueostomia, que protegem os pacientes da contaminação cruzada em respiração espontânea. Conheça-os acessando o nosso site!

Quer ler mais sobre ventilação mecânica? Então continue no nosso blog e leia o texto Pneumologia na Ventilação Mecânica: entenda melhor como surgem as doenças e como evitá-las.

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