10 dicas para evitar a contaminação
cruzada no ambiente hospitalar
Veja como proteger os profissionais e pacientes
Os hospitais são ambientes complexos, já que por lá estão pessoas com os mais diversos sintomas de doenças, e eventualmente, doentes de fato. E para prevenir a contaminação cruzada dentro deles é fundamental tomar uma série de cuidados.
Tanto dos pacientes para os visitantes, quanto o contrário, é necessário prestar muita atenção em procedimentos de higiene e boas práticas.
Pensando nisso, reunimos algumas dicas para te ajudar a evitar a contaminação cruzada no dia a dia, com base no artigo de blog da Apoio Ecolimp. Além disso, também falaremos um pouco mais sobre o que ela é.
Aproveite a matéria!
O que é contaminação cruzada?
Sem dúvidas, a contaminação cruzada é um grande perigo e deve ser evitada ao máximo para não colocar em risco a saúde das pessoas que frequentam o ambiente hospitalar.
Na prática, ela se trata da transferência de microrganismos de uma pessoa, superfície ou objeto para outra pessoa, causando, assim, a transmissão de algum vírus ou bactéria.
Essa contaminação pode ocorrer de diversas maneiras, como através do contato com itens infectados e até por meio das mãos de trabalhadores da área da saúde, que podem estar “carregando” uma bactéria sem saber.
Além disso, vale destacar que as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem pacientes com casos mais graves. Desse modo, nestes locais, são realizados procedimentos mais invasivos, como a ventilação mecânica, por exemplo. Por isso, por lá, há a possibilidade da entrada de bactérias e vírus. Além disso, cortes e outros tipos de lesões na pele representam altos riscos para a contaminação cruzada.
10 dicas para evitar a contaminação cruzada no ambiente hospitalar
Higienização das mãos
Tudo começa pela higiene correta das mãos que, aliás, é um grande exemplo de boas práticas. Além disso, disponibilizar álcool em gel para a higiene das mãos, perto dos quartos e dos leitos, é outra ideia importante.
Cuidado nas UTIs
Como já dissemos, por lá estão pacientes, tanto clínicos quanto cirúrgicos, em estado mais grave, e que precisam continuamente de suporte para manutenção das funções vitais. Como esse suporte acontece através de equipamentos invasivos, como cateter e respiradores, é preponderante seguir à risca as boas práticas de higiene e manuseio.
Manutenção da limpeza
Diferente da limpeza convencional, a limpeza hospitalar é mais específica e pontual. Seu objetivo é controlar, reduzir, prevenir e até mitigar completamente os riscos de contaminação cruzada. Além disso, a desinfecção constante das áreas com potencial de contaminação é crucial na promoção de saúde.
Cuidado com os visitantes
A contaminação pode acontecer de dois lados: dos visitantes para os pacientes e dos pacientes para os visitantes. E ambas são ruins. Do ponto de vista em que os visitantes são os contaminantes, os pacientes já estão frágeis e com a imunidade mais baixa, o que pode agravar sua situação. Por outro lado, visitantes que se contaminam podem ter o incômodo de precisar voltar ao hospital, mas dessa vez precisando de atendimento médico.
Atenção com os pacientes fora do quarto
Nesses momentos, os pacientes estão expostos ao ambiente hospitalar sem a paramentação necessária. Portanto, sempre que fora do quarto, o paciente precisa estar junto de um médico ou enfermeiro.
Descarte de resíduos infectantes nos locais adequados
O lixo hospitalar é perigoso e é considerado um grande inimigo da prevenção à contaminação cruzada. Esses resíduos podem causar doenças ou, até mesmo, contaminação do solo e da água.
Respeito rigoroso a todos os protocolos de limpeza hospitalar
É fundamental elaborar diretrizes e seguir rigorosamente todas elas para a prevenção da contaminação cruzada e das infecções relacionadas à assistência à saúde. É necessário incorporar as normas nas rotinas de atendimento ao paciente e serviços de apoio. Dessa forma, o objetivo de diminuir os riscos de qualquer ocorrência pode ser alcançado.
Cuidados com jalecos e equipamentos
Seja para os médicos, enfermeiros ou fisioterapeutas, o jaleco é um elemento importantíssimo para garantir a proteção individual. Ele oferece aos profissionais, mais segurança nas atividades do dia a dia, bem como, contra eventuais perigos como o contato com materiais biológicos, substâncias tóxicas ou mesmo derramamento de reagentes.
É preciso lembrar que ele não deve ser usado fora do hospital. Pois, assim, ele não se contamina com o que há no ambiente externo e nem leva o que não deveria para dentro deste ambiente.
Cuidado com a assepsia no dia a dia de trabalho
Não só em cirurgias, mas em todos os momentos ao longo do dia das pessoas que trabalham no hospital, cada tarefa deve ser antecedida de uma assepsia, onde as mãos são lavadas antes e depois do contato com os pacientes.
Os médicos, enfermeiros e fisioterapeutas precisam estar sempre com luvas, jaleco e, em algumas situações, o uso de máscara também é necessário.
Existem muitas formas de lutar contra a contaminação cruzada e, com atenção e foco, seus riscos podem ser reduzidos consideravelmente.
Quer se informar ainda mais? Então continue no nosso blog e acesse a matéria “Desmame ventilatório pediátrico: conheça as etapas deste processo“.
